RSS

Segundo Festival Paraolímpico Escolar Recreativo

O 2º Festival Paraolímpico Escolar Recreativo foi realizado nesta sexta-feira (26/11), das 9h às 11h30, no Centro de Treinamento Ivo Varela. O evento envolverá alunos de 5 a 17 anos de escolas da rede de ensino, clubes e associações representativas do segmento.


O Festival contou com atividades de basquete em cadeira de rodas, tênis de mesa, xadrez, cama elástica, João bobo, acerta palhaço, balão inflável e piscina de bolinha. O objetivo do encontro foi contribuir para a divulgação do processo de inclusão escolar.

A realização do evento é da Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville (Felej) que conta com o apoio é da Secretaria de Educação e do Centro Esportivo para Pessoas Especiais (Cepe).

Nós da E.M. Valentim João da Rocha realizamos a abertura do evento com a apresentação de dança do grupo de alunos do 2º Ano C. Foi novamente um momento de emoção onde tivemos a oportunidade de mostrar que é possível estarmos todos juntos!



Informações da Felej

ALUNO COM BAIXA VISÃO






- Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso).

- Os alunos com baixa visão deverão trabalhar olhando para os objetos e para as pessoas (algumas crianças apresentam comportamento de cegos, olham para o vazio. Peça para que “olhe” o objeto ou pessoa em questão).

- Ajude-o a desenvolver comportamentos e habilidades para participar de brincadeiras e recreações junto com os colegas, facilitando o processo de socialização e inclusão.

- Oriente o uso de contraste claro e escuro entre os objetos e seu fundo.

- Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha.

- Lembre-se que o uso prolongado da baixa visão pode causar fadiga.

- Seja realista nas expectativas do desempenho visual do estudante, encorajando-o sempre ao progresso.

- Encoraje a coordenação de movimentos com a visão, principalmente das mãos.

- Oriente o estudante a procurar recursos como o computador pois, ele se cansará menos e aumentará sua independência.· Pense nos estudantes com baixa visão como pessoas que vêem.

- Use as palavras “olhe” e “veja” livremente.

- Esteja ciente da diferença entre nunca ter tido boa visão e tê-la perdido após algum tempo.

- Compreenda que o sentido da visão funciona melhor em conjunto com os outros sentidos.

- Aprenda a ignorar os comentários negativos sobre as pessoas com baixa visão.· Dê-lhe tempo para olhar os livros e revistas, chamando a atenção para os objetos familiares. Peça-lhes para descrever o que vê.

- Torne o “olhar” e “ver” uma situação agradável, sem pressionar.



OBS: Deve-se evitar fazer tudo pela criança com baixa visão para que ela não se canse ou se machuque. Ela deve ser responsável pelas próprias ações.



NÃO ÓPTICOS PARA BAIXA VISÃO

Os recursos não ópticos são aqueles que melhoram a função visual sem o auxílio de lentes ou promovem a melhoria das condições ambientais ou posturais para a realização das tarefas (podem ser efetuados pelo professor). (K.José et al). Os meios para que se consiga esta melhora são:

- Trazer o objeto mais próximo do olho, o que aumenta o tamanho da imagem percebida (ou seja, deixe a criança aproximar o objeto do rosto ou aproximar-se para observar algo, como por exemplo, a lousa ou a TV);

- Aumentar o tamanho do objeto para que ele seja percebido.



CARACTERÍSTICAS DE MATERIAL IMPRESSO PARA BAIXA VISÃO

- Desenhos sem muitos detalhes (muitos detalhes confundem);

- Uso de maiúsculas;

- Usar o tipo (letra) Arial;

- Tamanho de letra em torno de 20 a 24 (ou seja, ampliada);

- Usar entrelinhas e espaços;

- Cor do papel e tinta (contraste).



FORMAS DE AMPLIAÇÃO

- Fotocopiadora;

- Computador;

- Ampliação à mão: é a mais utilizada e deve seguir requisitos como tamanho, espaços regulares, contraste, clareza e uniformidade dos caracteres.



MATERIAIS

- Lápis 6B e/ou caneta hidrográfica preta;

- Cadernos com pautas ampliadas ou reforçadas;

- Suporte para livros;

- Guia para leitura;

- Luminária com braços ajustáveis.



MAIS SUGESTÕES

Nos CAPES pode ser encontrado o caderno com pauta ampliada (mais larga) para alunos com baixa visão; mas também pode ser confeccionado utilizando o próprio caderno do aluno riscando com uma caneta hidrocor preta uma linha sim, outra não. Como normalmente os cadernos encontrados hoje em dia as linhas são claras, não haverá problema pois, normalmente o aluno não consegue enxergar as linhas mais clara somente as mais escuras e ele poderá escrever no espaço entre elas (no caso utilizando 2 linhas).

Para alguns alunos é necessário um espaço maior entre as linhas; como não encontramos este tipo de caderno no mercado pode-se encadernar um maço de sulfite, colocar uma capa e traçar as linhas, folha por folha (com lápis 6B) de acordo com a necessidade do aluno como neste caso, 5 cm. As mães costumam colaborar quando orientadas neste sentido.

Caso o aluno apresente além da baixa visão, uma dificuldade motora, pode-se utilizar de letras móveis em papel para que o aluno cole as letras, formando palavras, ao invés de escrever.


Para evitar o cansaço de estar constantemente com o rosto sobre o caderno, pode-se utilizar um suporte para leitura encontrado em casas que trabalham com artigos para deficientes visuais. Pode ainda ser confeccionado ou ser utilizados livros, como suporte, embaixo do carderno para que este possa ficar mais elevado.


O professor pode ainda confeccionar esta grade para facilitar a escrita do aluno com baixa visão. Pode ser utilizado uma lâmina de radiografia, como na foto, do tamanho da folha do caderno e com a mesma medida das linhas ou ainda em papel cartão com cores que contrastem com o fundo branco da folha do caderno. Para a leitura pode ser confeccionado no mesmo modelo, uma guia para leitura utilizando-se somente uma linha vazada e à medida que o aluno vai lendo a guia vai sendo deslocada para a linha de baixo, o que evita que ele se perca durante a leitura.


O professor também pode se utilizar dos encartes que contém figuras grandes para trabalhar com o aluno com baixa visão para reconhecimento dos produtos e palavras conhecidas bem como com rótulos de embalagens que são utilizados em seu dia-a-dia. A medida que ele vai aprendendo a ver começará a identificar figuras cada vez menores.


O aluno pode recortar o produto que identificou visualmente e nomeá-lo. Posteriormente pode colocar as figuras em ordem alfabética criando um livrinho.


Pode-se ainda trabalhar com jogos pedagógicos.


OBS: O professor deverá identificar o tamanho de letra que a criança consegue enxergar para realizar as atividades, caso contrário não se sentirá motivado a realizar as tarefas. O professor deve estar atento pois este pode ser um dos motivos pela falta de interesse e indisciplina do aluno. Se perceber que o aluno apresenta dificuldade em enxergar peça aos pais para que leve-o ao oftalmologista.

Fonte:dvsepedagogia.blogspot.com

LIBRAS - 4º Encontro

Cores

Hoje as crianças aprenderam os sinais das cores, algumas elas até já sabiam, pois trabalharam com a poesia "As Borboletas".

As Borboletas
Vinícius De Moraes

Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam
Na luz
As belas
Borboletas
Borboletas brancas
São alegres e francas.
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então . . .
Oh, que escuridão!






LIBRAS - 5º Encontro

Atividades lúdicas

Este encontro foi muito interessante, as crianças puderam interagir através dos jogos:
* Jogo de Memória - Animais
* Jogo de Memória - Frutas
* Jogo de Memória - Cores
* Jogo de Memória - Alfabeto
* Jogo de Dominó


Aula de LIBRAS - 4

LIBRAS - 2º Encontro

Este 2º encontro foi muito interessante, as crianças demonstraram alegria e interesse assim que a professora avisou que haveria mais uma "Aula de Libras". Muitas crianças vieram mostrar o alfabeto, disseram que treinaram bastante e que estavam pedindo ajuda pro amigo da sala (DA). O mais interessante foi ouvir os relatos da professora de sala e da auxiliar que disseram que durante a semana as crianças tentaram se comunicar mais com o amigo surdo e que este tentava explicar de várias formas: fazia o sinal, "arrumava" as mãos dos colegas e se ainda assim eles não conseguiam compreender ele escrevia as letras.


2º Encontro:

* Relembrar as letras do alfabeto;
* Sinalizar a frase: "Meu nome é...";
* A diferença entre "meu" e "eu";
*Sinalizar a frase: "Oi, tudo bem?";
*Cada aluno fez um sinal, alguns sinalizaram "meu nome é..." e outros sinalizaram "oi, tudo bem?"
*Atividade com o alfabeto manual: Seguir os sinais e descobrir a figura.





LIBRAS - 1° Encontro

No mês de agosto um novo aluno, com surdez, iniciou seus atendimentos na SRM Valentim. Após o estudo de caso constatamos que o aluno conhece alguns sinais em LIBRAS, porém utiliza muitos gestos e mímicas para se comunicar. Sabemos que ensinar LIBRAS ao aluno com deficiência auditiva é atribuição do AEE.
Paralelo aos atendimentos na SRM Valentim, está sendo realizado um trabalho que envolve os colegas de turma do aluno. A proposta é aguçar nos alunos o desejo de aprender LIBRAS. Este trabalho é realizado uma vez por semana (40 minutos/1 aula).

Estarei postando as etapas deste trabalho semanalmente.

1° Encontro

* Leitura compartilhada do livro "UM MUNDINHO PARA TODOS";
* Conversa com os alunos sobre o livro;
* Dicas de como podemos conversar com uma pessoa surda (libras/leitura labial);
* Cada aluno recebeu um alfabeto em LIBRAS;
* Sinalização do alfabeto;
* Cada aluno fez o sinal da primeira letra do seu nome;
* Os alunos receberam um desafio: treinar seu nome em LIBRAS para apresentar no próximo encontro.

A Primavera chegou antecipada!

Não pude deixar de postar este novo espaço da SRM Valentim que ficou ainda mais alegre com o belo stick que ganhamos. Espero que você também tenha gostado e se inspirado.

Tecnologia Assistiva - Recursos e Serviços que promovem a Inclusão Escolar

Nestes últimos anos, observa-se um progressivo aumento do número de alunos com deficiência, regularmente matriculados e frequentando as classes comuns de escolas regulares, sendo esta uma realidade nacional e internacional.
Assim como em muitos outros países, o Brasil também trabalha pela construção de um sistema educacional inclusivo, e, tendo em vista a dimensão territorial do nosso país, sua numerosa população e suas diferentes realidades culturais e sociais, percebe-se o longo caminho e o instigante desafio que temos pela frente.
Como uma das formas de viabilizar condições de permanência e aprendizado de alunos com deficiência em escolas comuns, a atual Política de Educação Especial, do Ministério da Educação, apresenta o conceito de Atendimento Educacional Especializado - AEE e já iniciou um grande programa de formação de profissionais da educação para que esta prática se consolide, especialmente nas escolas públicas brasileiras:

O atendimento educacional especializado identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de assibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas acessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização.
Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela. (BRASIL, 2008).
O atendimento educacional especializado não é reforço escolar: ele acompanha e instrumentaliza o aluno durante toda sua trajetória escolar. O recurso humano da educação especial, com o seu conhecimento, é focado numa prática educacional na perspectiva da inclusão e mantém conexão com o projeto educacional das classes comuns da rede regular de ensino. A educação especial deixa de ser substitutiva e passa a ser muito valorizada, agora na sua ação complementar e suplementar à educação.
O atendimento educacional especializado é realizado na sala de recursos multifuncional, que é o espaço localizado na escola de educação básica onde se realiza esse tipo de atendimento. A sala de recursos multifuncional é constituída de mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade, de equipamentos específicos e de professores com formação para realizar o atendimento educacional especializado. (BRASIL, 2008).
Locado no espaço da sala de recursos multifuncional, o professor especializado deverá trabalhar em estreita parceria com a escola, sua equipe diretiva, professores de classes comuns e toda a comunidade escolar. O fato de "estar na" e "ser da" escola, aproxima o professor especialista da realidade enfrentada pelo aluno com deficiência no ambiente escolar e desta forma, o reconhecimento da demanda real de apoio deste aluno poderá ser mais facilmente percebida para que os encaminhamentos para obtenção de soluções sejam providenciados pela intervenção deste profissional.
Além da abordagem pedagógica da educação especial, o professor do atendimento educacional especializado trabalha com as ferramentas tecnológicas específicas às necessidades dos alunos com deficiência. O serviço de tecnologia assistiva na escola tem por objetivo prover e orientar a utilização de recursos e/ou práticas que ampliem habilidades dos alunos com deficiência, favorecendo a participação nos desafios educacionais. A tecnologia assistiva pode ser um recurso facilitador, um instrumento ou utensílio que especificamente contribui no desempenho nas tarefas necessárias e/ou desejadas e que fazem parte dos desafios do cotidiano escolar. O serviço de tecnologia assistiva na educação, portanto, possui perfil propositivo e busca resolver as dificuldades dos alunos, encontrando alternativas para que eles participem e atuem positivamente nas várias atividades propostas no currículo comum.
Fazer TA na escola é buscar, com criatividade, uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa. É encontrar uma estratégia para que ele possa "fazer" de outro jeito. É valorizar o seu jeito de fazer e aumentar suas capacidades de ação e interação, a partir de suas habilidades. É conhecer e criar novas alternativas para a comunicação, mobilidade, escrita, leitura, brincadeiras, artes, utilização de materiais escolares e pedagógicos, exploração e produção de temas através do computador etc. É envolver o aluno ativamente, desafiando-o a experimentar e conhecer, permitindo assim que construa individual e coletivamente novos conhecimentos. É retirar do aluno o papel de espectador e atribuir-lhe a função de ator. (BERSCH, 2006).
Tecnologia assistiva é, pois, a aplicação de conhecimentos a serviço da resolução de problemas funcionais encontrados por pessoas com deficiência. A tecnologia assistiva se propõe a romper as barreiras externas que impedem a atuação e participação das pessoas com deficiência em atividades e espaços de seu interesse e necessidade. No campo da educação, ela se organiza em serviços e recursos que atendem os alunos com deficiência e que têm por objetivo construir, com eles, as condições necessárias ao aprendizado. Visa ampliar a participação do aluno nos processos de aprendizagem, estando, portanto, focada no alcance dos objetivos educacionais.
No Brasil iniciou-se a discussão conceitual de tecnologia assistiva e sua aplicação no campo educacional, especialmente nos programas de formação de professores para o atendimento educacional especializado. As redes públicas de educação caminham para a organização de uma prática de tecnologia assistiva nas escolas e esta acontece a partir do atendimento educacional especializado.
Os professores especializados, que tiveram formação em tecnologia assistiva, e já atuam nas salas de recursos multifuncionais, iniciaram as primeiras ações relativas ao levantamento de necessidades de apoio dos alunos, o exercício da criatividade para resolução de problemas, que é próprio de quem faz tecnologia assistiva e a busca/construção de recursos tecnológicos apropriados às necessidades de seus alunos.
(Tecnologia Assistiva. Recursos e Serviços que promovem a Inclusão Escolar - Rita Bersch)


Para que nossos alunos pudessem usar os recursos disponíveis (notebook, jogos, plano inclinado, painéis de velcro e tantos outros materiais adaptados) realizamos um trabalho com toda a turma. A imagem acima foi um trabalho realizado com uma turma de 6º ano. Para que não houvesse uma agitação na sala a cada novo material utilizado os alunos compreenderam o que é paralisia cerebral, quais as limitações motoras que podem ocorrer e que muitas vezes basta um recurso para que a pessoa com deficiência possa aprender e mostrar tudo o que sabe. Além da dinâmica inicial os alunos assistiram um vídeo que fala sobre paralisia cerebral e ao final o trailler do filme "Meu Pé Esquerdo".

Jogo - Poesia

Este jogo poderá estimular seus alunos a escrever poesias. Ele foi montado a partir do poema Improviso, escrito pelo chinês Li T’Ai-Po e traduzido por Haroldo de Campos (Abc da Literatura, Editora Cultrix). Retângulos vazios separam as estrofes, que foram misturadas a outras palavras.


Entregue uma folha de atividade para cada aluno ou grupo. Peça que criem um poema escolhendo uma palavra de cada quadro. À medida que os alunos selecionam os termos, vão reconstruindo o poema original ou montando um novo. Incentive o uso do dicionário para que as palavras menos conhecidas também sejam utilizadas de maneira correta, garantindo o sentido de cada estrofe do poema.

Depôs que a classe terminar, distribua “máscaras” vazadas que vão revelar o texto original. Nesse momento, os alunos podem verificar quem se aproximou mais do poema chinês e comparar e analisar os diversos textos montados pelos colegas. Lembre-se: reproduzir o poema original não é o mais importante.

Ao utilizar um outro poema, fique atenta à escolha das palavras que quiser adicionar ao texto original. Elas devem permitir diferentes associações.

Fonte: Revista Nova Escola

História em Pedaços

Com ajuda de pistas, os alunos devem ordenar as peças do jogo até formar um texto que tenha coerência. A atividade pode ser realizada em grupo ou individualmente.


Divida duas folhas de sulfite num mesmo número de retângulos. Escreva o texto numa das folhas e as pistas nem outra. Para cada trecho da história deverá haver uma pista correspondente. Reproduza o material em número suficiente para todos os alunos ou equipes. O texto, porém, deverá ser distribuído já recortado e embaralhado. Se não puder reproduzir o material os alunos poderão ajudar na confecção dos jogos, copiando o texto e as pistas. Para que não tenham contato prévio com a resposta, escreva no quadro trechos da história numa ordem aleatória. Recolha as cópias, deixe passar uma semana e só então apresente a atividade à turma.


Atividade realizada no AEE Valentim

Quando trabalhar com outros textos, primeiro divida a história escolhida em pequenos blocos. Depois, elabore pistas que não admitam duas possibilidades de respostas.

Poder de síntese – com esta atividade, montada a partir do trecho inicial do livro O Ovo da Brucha (adaptação de Luiz Fernandes – do original de Madeleine Edmondson, Editora Tecnoprint), os alunos poderão aprimorar a capacidade de interpretação de texto. Cada uma das catorze pistas resume um trechinho da narrativa. Depois de ordenar as peças, sugira à classe que continue a história contando, por exemplo, o que Filomena faz à noite. Diga à turma que fique atenta às características da bruxa. Assim, a história não perderá a lógica.
 
*** Fonte: Revista Nova Escola ***

Coordenadas Geográficas

Esta atividade foi preparada para ser realizada usando notebook ou quadro velcrado.

O painel feito com velcro é fácil de fazer, basta uma base de papelão e cola quente para fixar o velcro.
Na parte superior cola-se os números e na lateral as letras. Em cada quadradinho foi colado velcro também. Oquadriculado foi riscado com caneta de tecido.

A mesma atividade utilizando notebook:
A tabela foi feita no Exel, depois salva no Paint. Para o aluno marcar o quadradinho certo basta jogar o baldinho com tinta.
Para quem não conhece, este "bolachão" amarelo é um acionador plugado ao mouse. Como o aluno que vai realizar esta atividade tem dificuldade no controle motor ele movimenta o mouse com uma mão e usa o acionador para "clicar".

Nesta imagem o aluno realiza a atividade em sala de aula com a ajuda da professora auxiliar.

Geografia - Noções Espaciais

Dados da Aula


O que o aluno poderá aprender com esta aula:
Construir noções espaciais relativas à orientação e navegação mediante o emprego dos pontos cardeais.
Duração das atividades:
Duas aulas de cinquenta minutos cada;
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno:
• Percepção espacial;
• Localização: Esquerda, direita, frente, trás.

Introdução

A forma mais comum de orientação na superfície da Terra é com os pontos cardeais. O Norte (N) e o Sul (S) apontam para os pólos terrestres e a direção Leste (L ou E) e Oeste (O ou W), corresponde à direção perpendicular (Norte-Sul).
Sendo os mapas, representações da superfície terrestre orientados através dos pontos cardeais, esse aprendizado torna-se uma competência necessária tanto para o leitor quanto para o mapeador que tem por objetivo elaborar um mapa passível de identificação e que possibilite a localização dos espaços e/ou elementos representados.
Portanto dentro da proposta de educação cartográfica, é importante preparar as crianças para conceitos como o de pontos cardeais. Nas séries iniciais, esse conceito demanda uma preparação por parte das crianças, que devem inicialmente considerar a localização dos objetos uns em relação aos outros, independente do seu posicionamento, e a partir de atividades no espaço concreto de vivência do aluno, utilizando movimentações no próprio meio.
A proposta é que mediante uma atividade lúdica as crianças solidifiquem a construção do conceito de navegação e direcionamento.
Essa atividade prepara as crianças para o entendimento do conceito de pontos cardeais.

Para saber mais, visite:
http://www.geocart.igeo.ufrj.br/pdf/trabalhos/2002/Simposio_Cart_Criança_2002.pdf

O Jogo - “Aonde você chegou ?”
Materiais Necessários:

• Caixa grande de ovos, feita de papelão,
• caneta hidrocor,
• cartolina;
• tampa de garrafa de refrigerante;

Preparando o Material:

O Tabuleiro:
Com a caixa de ovos será feito um tabuleiro. Nas partes fundas da caixa de ovos, escreva com caneta hidrocor de cores diferentes, números e letras em ordem aleatória.


 
A tampa de refrigerante, será usada para percorrer os pontos do tabuleiro.
As Cartas:

Agora vamos produzir as cartas!
Sugere-se que elas sejam retangulares e coloridas. Devem contar com uma numeração - carta 01, carta 05 - com comandos como:
· ande duas casas à direita;
· ande uma casa para baixo;
Estes comandos serão executados pelos alunos para navegarem no tabuleiro. Quanto às cartas, estas podem ser feitas de cartolina, papelão ou de outro material disponível em sua escola. Use sua criatividade, aqui vão alguns modelos de cartas que o professor pode construir. Cada carta tem uma seqüência de comandos e também a resposta de onde esta seqüência terminará.

 

Este material foi adaptado na SRM Valentim para que
pudesse ser usado nas aulas de Geografia, Matemática e Inglês.
 
Essas são apenas sugestões, use sua critividade na construção de seus modelos de cartas!
Para iniciar o jogo, formam-se as duplas, onde se intercala, uma partida um aluno fica com um maço de cartas e dá os comandos e o outro segue as ordens, executando os movimentos com a tampa de refrigerante, percorrendo o tabuleiro.
O aluno com as cartas, dá a sequência de comandos ao colega e este percorre o tabuleiro, usando a tampa de refrigerante. A cada comando ele passa pelos número e letras escritos no fundo da caixa.
Ao final o aluno que estiver na vez de dar as cartas pergunta ao colega: “Aonde você chegou?”
O aluno que percorre o tabuleiro com a tampa deve responder a pergunta, identificado em que local está a tampa e dizer qual a letra ou número está representada no local.
Essa é uma proposta de aula que trabalha a questão da navegação - direita, esquerda, frente e trás - e portanto também trabalha a questão da lateralização nos alunos. É importante que essa atividade seja trabalhada em conjunto com o professor de matemática, que poderá dar enfase a aspectos pertinentes à sua disciplina. O professor deve acompanhar as duplas e ir orientando as crianças.

Recursos Complementares
www2.uel.br/projeto/cartografia/biblio/educ_d.htm www.observatoriogeogoias.com.br/observatoriogeogoias/artigos_pdf/Auristela%

Avaliação
Como avaliação é importante o professor acompanhar se os alunos conseguem executar os comandos das cartas, conforme as orientações e com isso construir a noção de orientação e navegação.

Dica de vídeo

Glee Club

A história da série é focada no esforço do professor de espenhol em reerguer o coral da escola, chamado  Glee Club, que no passado foi motivo de grande orgulho para todos os alunos da instituição. No entanto a escola não tem recursos para sustentar o coral, que a princípio só atrai os alunos puco populares e estigmatizados.
Leia mais informações no site Wikipedia.

Você pode assistir a primeira temporada no Terra TV e não precisa ser assinante.
Se você ainda não conhece este espaço no Terra, siga as dicas:

Detalhe.. este último episódio (nº 8) está simplesmente fantástico.. vale a pena! Ah, toda sexta-feira um novo episódio entra no site.
Prepare a pipoca, chame a família e divirta-se.





De presente ainda deixo um clip do Glee, Primeira temporada - episódio 1

video

Início do 2° Semestre

Férias!

Sugestões de palavras e expressões para usos em relatórios


**************************************************

Atribuições do Professor de AEE

.


Aqui em Joinville as SRM iniciaram neste ano e juntos estamos aprendendo. Tudo é muito novo e as expectativas são grandes. Sabemos que as atribuições do professor da SRM entre outras,  é adequar materiais. Mas acredito que neste momento os professores de sala precisam muito de nossa ajuda, alguns já estão no caminho certo e precisam ouvir isso pra continuarem seguros e outros ainda têm dificuldades para visualizar possíveis estratégias.
Quando preparo um material para a aula de um professor, como o kit sobre Civilizações Pré-colombianas, estou sugerindo ingredientes para uma possível receita. Este é o momento de fazer para e com o professor e logo ele estará criando sozinho aulas para TODOS e nós das SRM continuaresmos com nossas atribuições.

Acredito que nossos colegas professores precisam ser respeitados, não podemos simplesmente entrar em suas salas e ditar o que deve ser feito (ainda que nossa intenção seja nobre), precisamos mostrar que estamos juntos por cada aluno, sugerir, orientar e conquistar!

Sugestões de Atividades - Ciências

Novamente uma idéia que permitirá ao aluno mostrar ao professor aquilo que compreendeu após as explicações.


Neste caso foi proposto aos alunos a elaboração de uma pirâmide alimentar a partir de recortes de gravuras.
Se o aluno tem dificuldades para o recorte ele poderá organizar as imagens de acordo com a classificação dos alimentos.
As gravuras podem ser organizadas no cartaz com o uso de velcro. O ideal seria cobrir toda a pirâmide com velcro, mas como havia pouco material optei por colar pequenos pedaços espalhados nos espaços.
Segundo relato da professora, o material permitiu ao aluno participar da aula ao mesmo tempo em que a professora verificava sua compreensão acerca do assunto.

Comunicação Alternativa






Tecnologia do Blogger.